Há um propósito: Aprender para poder ensinar.

O que acontecerá em 2010…!!!

Igreja em Tessalônica

A igreja primitiva e os pais da igreja defenderam, desde os primórdios, a autoria paulina desta primeira carta aos tessalonicenses. Desde o ano 140 d.C., quando Marcião registrou em sua obra o fato de Paulo ter escrito à Igreja em Tessalônica, em sua estada   em  Corinto, até hoje, não houve muitas divergências quanto à autoria dessa carta, que é considerada, ao lado de Gálatas, a mais  antiga epístola canônica de Paulo.

Paulo, Silas e Timóteo chegaram pela primeira vez à cidade portuária de Tessalônica, durante a segunda grande viagem missionária (At 17.1-14). Depois de Filipos, foi Tessalônica o segundo lugar aonde o Evangelho chegou no continente europeu. Pelo fato de a mensagem e a pregação do apóstolo de Cristo ter contribuído para o esvaziamento da sinagoga da cidade, os judeus passaram a acusar Jasom, o hospedeiro de Paulo, de estar abrigando traidores de César.

Os governantes de Tessalônica usaram Jasom como refém para exigir que Paulo e seus discípulos se retirassem da cidade. Assim que chegaram a Atenas, Paulo enviou Timóteo de volta a Tessalônica a fim de animar os crentes fiéis e enviar-lhe um relatório sobre o estado geral dos cristãos tessalonicenses (1Ts 3.1- 5). Mais tarde, Timóteo se encontrou com Paulo em Corinto, onde foram escritas as duas cartas à Igreja em Tessalônica (3.6).

Tudo indica que Paulo passou pouco tempo junto aos tessalonicenses nessa viagem. Alguns estudiosos afirmam que esse tempo não excedeu a um mês, pois somente três sábados são mencionados no livro de Atos dos apóstolos (At 17.2). Todavia, por causa do grande número de gentios, com certeza, o ministério de Paulo foi muito mais extenso naquele momento histórico (1Ts 1.9).

O relatório do jovem líder e fiel missionário Timóteo tranqüilizou o coração do pai espiritual dos tessalonicenses, e lhe deu muitas razões para glorificar o nome do Senhor pela condição de boa saúde espiritual que a Igreja em Tessalônica demonstrava, apesar das perseguições e das pressões seculares e pagãs que rondavam a comunidade daqueles crentes.

fonte : Bíblia King James.

Cop 15

           Algumas reuniões estão acontecendo pelo mundo, pra tentar mudar os acontecimentos climáticos, você está por dentro desses assuntos? Quer saber mais ?

Veja através desta matéria em PDF. Do site planetasustentavel.abril.com,  matéria de  Thays Prado – Edição: Mônica Nunes Planeta Sustentável – 18/09/2009.

[ Matéria completa ]

Pulseiras do sexo

        Nestes dias, tenho lido várias matérias abordando o assunto “pulseiras do sexo”, assunto que está percorrendo o mundo. Por exemplo, na Inglaterra, as autoridades britânicas estão alertando as escolas a respeito desta brincadeira que deturpa a moral e inicia crianças e adolecentes a práticas sexuais prematuras. Veja na reportagem abaixo, em PDF.

[Leia matéria na íntegra em PDF]

Presente até dia 31 de Dezembro

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Livro de Tiago: autoria

     A própria epístola nos informa sobre o nome do seu autor: Tiago (1.1). Esse nome, para a igreja primitiva, sempre esteve associado ao filho mais velho de José e Maria, e, portanto, um dos irmãos da grande família biológica do Senhor Jesus (Mt 13.55,56). Na época da Reforma, entretanto, Lutero questionou a canonicidade deste livro, por sua ênfase ao caráter ilibado, atitude santa, e na prática de boas obras, num aparente contraste com a doutrina paulina sobre a justificação pela fé. Mais tarde, entretanto, a Igreja percebeu que o livro, na verdade, se preocupa com os aspectos práticos da conduta cristã e revela o modo pelo qual a fé opera na vida cotidiana de cada crente em Cristo.

     Durante o período da Reforma, foram cogitados alguns outros possíveis autores para esta carta, como Tiago, filho de Zebedeu, irmão de João, mas sua morte prematura, vítima de martírio por sua fé sincera e valorosa no Senhor, por volta do ano 44 d.C., é muito anterior à publicação da obra, tirando-lhe qualquer possibilidade efetiva de ter sido o autor. Além disso, uma série de características internas e externas solidificadas ao longo dos últimos séculos, mediante descobertas arqueológicas e melhor exegese dos manuscritos gregos, apontam o irmão do Senhor como autor da carta que leva seu nome.

     Tiago, em sua teologia e prática doutrinária, demonstra considerável semelhança com o ensino de Jesus Cristo. Uma comparação entre esta carta e o conhecido Sermão do Monte revela mais de dez evidentes paralelismos. Mediante orientação do Espírito Santo, Tiago foi escolhido como moderador da Igreja em Jerusalém, logo após o Pentecostes (At 15). Ao escrever sua epístola, conferiu ao texto um caráter de elevada autoridade espiritual sem ser pernóstico ou presunçoso. Mesmo não apresentando qualquer forma apologética explícita, sua carta, quando dividida nos 108 versículos que a compõem, revela nada menos do que 54 mandamentos.

    Tiago também foi um dos poucos a quem Jesus Cristo apareceu logo após a ressurreição (1Co 15.7). O apóstolo Paulo o considerou “sustentáculo” (coluna) da Igreja (Gl 2.9), tanto que, em sua primeira visita a Jerusalém, após sua conversão, procurou reunir-se com Tiago (Gl 1.19), gesto que repetiu em sua última visita à Cidade Santa (At 21.18). Quando Pedro foi liberto da prisão, logo pediu que os amigos comunicassem o fato a Tiago (At 12.17). Portanto, a importância da pessoa e da posição de Tiago ganhou tal notoriedade que Judas, o discípulo autor da missiva bíblica que leva seu nome, julgou necessário apenas se apresentar como “irmão de Tiago” (Jd 1.1), levando em consideração o prestígio e a boa fama do irmão do Senhor e líder da Igreja em Jerusalém, o qual foi martirizado por causa de sua fé cristã, no ano 62 d.C.

fonte: Livro de Tiago, Bíblia King Jaimes.

Adoração Profética

         A adoração profética faz parte da restauraçao que Deus está promovendo em sua Igreja em todos os âmbitos, trazendo um mover sobrenatural na área profética através da arte cristã (música, dança, teatro e afins), gerada no reino do Espírito e transmitidas por seus apóstolos, pastores, profetas, mestres,  e adoradores em forma de palavra, ensino, parábolas e alegorias, cânticos e danças. Na concordância exaustiva grego/hebraico define profeta como: Nabi- "orador dos oráculos, aquele quem estava atuando pelo espírito divino".

          No tempo de Samuel, havia um homem ungido por ele, Davi, adorador tangedor e compositor, que com suas canções tentava assim chamar o povo de volta para Deus. A Bíblia relata a música tendo poder cativante de libertação. Tem força para modificar as mentes, e transformar corações. E pode fazer as pessoas se voltarem para Deus. Samuel, após ungir Saul, profetiza (1Sm 10:5-6: "Então chegarás ao outeiro de Deus, (…) encontrarás um grupo de profetas que descem do alto, precedidos de saltérios, e tambores, e flautas, e harpas, e eles estarão profetizando. O Espírito do SENHOR se apossará de ti, e profetizarás com eles e tu serás mudado em outro homem". Antes desses profetas, houve Miriã, profetisa que comandou a adoração em forma de celebração com danças e tamborins pelo milagre da travessia a pé enxuto dos hebreus pelo Mar Vermelho e a derrota dos exércitos de faraó com o retorno das águas.

          A palavra profética é aquela que traz uma visão sobrenatural de destino; e esperança, sem a qual "o povo se corrompe" (Pv 29:18). E também traz uma revelação ampla da pessoa de Deus e do Seu propósito eterno (1 Pe 2:9). A verdadeira adoração libera a voz profética (2Re 3:15, 1Sm 10:5-10). É possível que um adorador, como um músico ou dançarino profetize através de seu ofício. O profeta Samuel tinha seguidores os quais estavam em treinamento sob a sua direção. Estes homens eram músicos caminhando no ofício de profeta e eram também músicos versados em instrumentos sonoros e címbalos retumbantes (1Sm 10:5,6).

fonte: Wikipédia.

Santidade atitude de vida

     Vivemos em um Planeta, onde a cada dia que se passa, os valores morais, éticos e cristãos se perdem. Com esta lição, iremos entender nosso papel em relação às ações exteriores, que fazem tentar parar nossa vida alicerçada em Jesus Cristo.

     Através da santidade a Deus, fazemos valer nosso papel de cristão, e nos tornamos mais fortes pra combatermos as armas do inimigo. Santidade para entendermos melhor significa separação total a Deus, uma dedicação diária, deriva do que é sagrado, isto é, ser consagrado. Desde a antiguidade, até os dias atuais, o Senhor ordena santidade ao seu povo.

[ Veja continuação em PDF ]

Livro de Judas: autoria

         Judas era um nome muito comum na Palestina da época de Cristo, como Judas Tadeu, o apóstolo, e Judas Iscariotes, o traidor (Mt 10.3; Mc 3.18; Lc 6.16; At 1.13; Jo 18.2,5). Entretanto, de acordo com a tradição, o autor desta carta é Judas (v.1), o irmão de Jesus Cristo e de Tiago (Mt 13.55; Mc 6.3). Eles próprios jamais usaram o parentesco com o Senhor para reivindicar qualquer privilégio ou atenção especial às suas mensagens. Por essa razão, não mencionaram esse fato em suas cartas e documentos, deixando que outros irmãos se encarregassem desse registro histórico (Jo 7.3-10; At 1.14; 1Co 9.5; Gl 1.19).

         Referências a essa epístola sagrada são conhecidas desde os primórdios pelos pais da Igreja: Clemente de Roma (96 d.C.), Clemente de Alexandria (155-215 d.C.), Tertuliano (150-222 d.C.) e po Orígenes (185-253 d.C.). Desde o ano 170 d.C., a carta de Judas já fazia parte do Cânon Muratório e era aceita como “autorizada” por Atanásio (298-373 d.C.) e pelo Concílio de Cartago (397 d.C.).

         Contudo, segundo Jerônimo e Dídimo, alguns críticos de sua época não aceitavam a canonicidade dessa epístola por causa da citação de alguns escritos apócrifos (vv.9,14). Porém, a maioria dos eruditos e teólogos é unânime em reconhecer que um autor sagrado, inspirado pelo Espírito Santo, pode fazer uso de documentos históricos e textos não inspirados com a finalidade de ilustrar ou corroborar com sua argumentação bíblica, sem com isso estar defendendo a inspiração dos documentos ou referências utilizadas.

          Não há nenhuma evidência história e arqueológica que possa datar a epístola de Judas num tempo posterior à existência dos apóstolos e à sua própria. Judas, Paulo e Pedro não combateram o gnosticismo formatado no século II, mas um embrião das idéias libertinas e dicotômicas que questionavam a perfeita humanidade e deidade de Jesus Cristo, como o Filho de Deus e Messias (At 20.29.30; Rm 6.1; 1Co 5.1-11; 2Co 12.21; Gl 5.13; Ef 5.3-17; 1Ts 4.6). Há indicações de que os próprios leitores de Judas chegaram a presenciar algumas das pregações de Pedro e de outros apóstolos (2Pe 3.3). Portanto, podemos concluir que a epístola de Judas começou a circular por volta do ano 75 d.C.

fonte Livro de Judas, Bíblia King James.

Frases sobre a Bíblia

Billy Graham
"Sem a Bíblia, este mundo seria de fato um lugar triste e assustador, destituído de qualquer faro indicativo."

Abraão Lincoln
"Creio que a Bíblia é o melhor presente que Deus deu ao homem. Todo o bem, da parte do Salvador do mundo, nos é transmitido mediante este livro".

W.E. Gladstone
"Dos grandes homens do mundo, meus contemporâneos, tenho conhecido noventa e cinco, e desses, oitenta e sete foram seguidores da Bíblia. A Bíblia assinala-se por uma
peculiaridade de origem. Uma distância imensurável separa-a de todos os outros livros."

George Washington
"Impossível é governar bem o mundo sem Deus e sem a Bíblia."

Donald G.Barnhouse
"Estude a Bíblia para ser sábio; creia na mesma ara ser salvo; siga o seus ditames para ser santo."

Napoleão Bonaparte
"A Bíblia não é um simples livro, senão uma criatura vivente, dotada de uma força que vence a quantos se lhe opõem."

Rainha Vitória
"Este livro dá a razão da supremacia na Inglaterra."

Sir Isaac Newton

"Há mais indícios seguros da autenticidade da Bíblia do que em qualquer história profana."

Thomas Carlyle

"A Bíblia é a expressão mais verdadeira que, em letras do alfabeto, saiu da alma do homem, mediante a qual, como através de uma janela divinamente aberta, todos podem fitar a quietude da eternidade e vislumbrar seu lar longínquo, há muito esquecido."

AB. Langston
"A Bíblia é a Geografia da alma."

John Ruskin
"Qualquer que seja o mérito de alguma coisa escrita por mim, deve-se tão só ao fato de que, quando eu era menino, minha mãe lia todos os dias para mim um trecho da Bíblia, e cada dia fazia-me decorar uma parte dessa leitura."

César Cantu
"A Bíblia é o livro de todos os séculos, de todos os povos e de todas as idades."

Lord Tennyson
"A leitura da Bíblia já em si é uma educação."

U.S.Grant
"A Bíblia é a âncora-mestra de nossas liberdades."

W. H. Seward
"Toda esperança de progresso humano depende da influência sempre crescente da Bíblia."

Goethe
"Tenho lido muitos livros sagrados, mas este livro me lê." "Continue avançando a cultura intelectual. Progridam as ciências naturais sempre mais em extensão e profundidade;
expanda-se o espírito humano tanto quanto queira; além da elevação e da cultura moral do cristianismo, como ele resplandece nos Evangelhos, é que não irão."

Dwigt L. Moody
"Creio que a Bíblia é inspirada porque ela me inspira."

Patrick Henry
"A Bíblia vale a soma de todos os outros livros que já se imprimiram."

Ferrar Fenton
"Nas escrituras hebraico-cristãs temos a única chave que abre para o homem o mistério do universo e para esse mesmo homem, o mistério do seu próprio eu."

Charles Dickens
"O NT é mesmo o melhor livro que já se conheceu ou que há de se conhecer no mundo."

Galileu
"A Bíblia não nos foi dada para sabermos como é o céu, mas, como irmos ao céu."

Robert E. Lee
"Em todas as minhas perplexidades e angústias a Bíblia nunca deixou de me fornecer luz e vigor".

Andrew Jackson
"Este livro, Senhor, é o rochedo no qual se fundamenta a nossa República."

Horace Greeley
"É impossível escravizar mental ou socialmente um povo que lê a Bíblia. Os princípios bíblicos são os fundamentos da liberdade humana."

Sir William Herschel
"Todas as descobertas humanas parecem ter sido feitas com o propósito único de confirmar cada vez mais fortemente as verdades contidas nas Sagradas Escrituras."

Thomas Watson
"A Bíblia revela o coração ímpio do homem e o coração perdedor de Deus."

Imamnuel Kant
"A existência da Bíblia, como livro para o povo, é o maior benefício que a raça humana já experimentou. Todo o esforço por depreciá-la é um crime contra a humanidade."

WillH.Houghton
"Muitos livros foram publicados para nossa informação; a Bíblia, contudo, nos foi concedida para nossa transformação."

John Quincy Adams
"Tão grande é a minha veneração pela Bíblia que, quanto mais cedo meus filhos começarem a lê-la, tanto mais confiado espero que eles serão cidadãos úteis à pátria e membros respeitáveis da sociedade. Há muitos anos que adoto o costume de ler a Bíblia toda, uma vez porano."

D. Pedro II
"Eu amo a Bíblia. Leio-a todos os dias e quanto mais leio, mais a amo. Há alguns que não gostam da Bíblia. Eu não os entendo, não compreendo a tais pessoas, mas eu amo; amo a sua simplicidade, as suas repetições e reiterações da verdade. Como disse, eu leio-a quotidianamente e gosto cada vez mais dela." Para encerrar esta série de frases sobre a Bíblia, quero modestamente configurá-la com a frase seguinte: "A Bíblia é simplesmente tudo que qualquer pessoa precisa em todos os momentos da vida: quando há lágrimas vertidas por profunda tristeza e até mesmo quando há lágrimas por grandes alegrias."

Povo de Deus e os ímpios.

Deus faz distinção entre o seu povo e os ímpios – v. 2 (Ap.)- A destruição não pode dar sua largada antes dos remidos serem selados. Os selados   não precisam temer o juízo. O castigo que deveria cair sobre nós, caiu sobre Jesus na cruz. O selo tem três significados:

a) Proteção - Ninguém pode violar o que está selado. Foi assim que o túmulo de Jesus foi selado (Mt 27:66).

b) Propriedade - Na antigüidade escravos podiam ser selados por seu proprietário. Essa marca inscrita neles. Quem violava esse escravo atacava o seu dono. O selo nos dá garantia que somos propriedade exclusiva de Deus (Ct 8:6; Ef 1:13).

c) Genuinidade - O que está selado não pode ser adulterado (Ester 3:12).

Deus livra o seu povo na tributação e não da tribulação – v. 14 – Todos os textos que tratam da segunda vinda de Cristo mostram que a igreja não será arrebatada secretamente antes da grande tribulação. Ela será poupada na e não da tribulação (Mt 24:29-31; 2 Ts 1:1-10).

Aqui temos a resposta à pergunta dos ímpios – "Quem poderá suster-se diante do Deus irado?" (Ap 6:17). A resposta da Bíblia, aqueles que foram selados como propriedade de Deus, estarão de pé diante do Trono, com vestes brancas e palmas em suas mãos, celebrando a Deus eternamente. Os salvos terão três tipos distintos de glória: 1) A glória de sua aparência: vestiduras brancas e palmas nas mãos; 2) A glória do seu serviço: estarão diante de Deus em contínuo serviço litúrgico; 3) A glória do seu lar eterno: Comunhão com Deus e provisão celestial.

fonte: Livro Estudos no Livro de Apocalipse.

O intervalo de 75 dias

Daniel 12.11,12 indica um intervalo de 75 dias entre o glorioso aparecimento de Cristo na terra e o começo do reino milenar: "Depois do tempo em que o sacrifício diário for tirado, e posta a abominação desoladora, haverá ainda mil duzentos e noventa dias. Bem-aventurado o que espera e chega até mil trezentos e trinta e cinco dias".

Jesus volta no final da septuagésima semana (Dn 9.24-27), a qual é dividida em metades de 1.260 dias cada. Uma leitura cuidadosa do capítulo inteiro de Daniel 12 nos diz que a volta de Cristo ocorre no final do segundo grupo de 1.260 dias.

Daniel 12.11 fala de algo realizado no fim dos 1.290 dias — trinta dias além do Glorioso Aparecimento. Como o versículo trata de sacrifícios no templo e da "abominação desoladora", é seguro concluir que o primeiro intervalo de trinta dias está relacionado ao templo.

Ezequiel 40-48 nos diz que o Senhor estabelecerá um templo durante o milênio; portanto, os trinta dias serão provavelmente quando ele fizer isso.

Daniel 12.12 conta que bem-aventurados são os que chegam aos 1.335 dias, o que acrescenta mais 45 dias ao intervalo. Os "bem-aventurados" são qualificados para entrar no reino messiânico milenar.

A partir disso concluímos que o intervalo de 75 dias é um tempo de preparação para o templo e para o reino. Em vista de grande parte da terra ter sido destruída durante os juízos da Tribulação e pelo fato da terra ter sido nivelada, exceto pela área que cerca Jerusalém, parece lógico que o Senhor irá renovar a sua criação na preparação para o reino.

Fonte: Livro A Batalha final.

Instrumentos nos Tempos Bíblicos

Os instrumentos musicais entram em três classes básicas, segundo o modo de produzir-se o som: (1) instrumentos de corda, que usam a vibração de cordas para produzir o som; (2) instrumentos de percussão, nos quais o som é produzido por uma membrana vibratória ou por uma concha de metal; e (3) instrumentos de sopro, que produzem som pela passagem do ar sobre uma palheta vibratória.

A. Instrumentos de percussão. O povo de Israel usava uma variedade de instrumentos de percussão para destacar o ritmo de sua música. O ritmo era elemento vital da poesia e canções.

1. Campainhas. Certo tipo de campainha recebia o nome (metsilloth) derivado da palavra hebraica que significa "retinir" ou "chocalhar". Este tipo é mencionado uma única vez na Bíblia (Zacarias 14:20), onde se nos diz que os israelitas atavam essas campainhas nos freios ou nos peitorais dos cavalos.

Outro tipo era uma campainha pequenina, do ouro puro (paamonim). Era presa à orla da sobrepeliz do sumo sacerdote e alternada com romãs ornamentais (Êxodo 28:33-34). Essas campainhas produziam som apenas quando tocavam umas às outras, pois elas não tinham badalos. Este som retininte significava que o sumo sacerdote estava entrando na presença de Deus; outros que se atrevessem a entrar no santo dos santos seriam mortos (v. 35).

2. Castanholas. Veja "Címbalos" e "Sistro-chocalho".

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Músicos egípcios. Esta pintura de um túmulo de Tebas (cerca do décimo-quinto século a. C.) retrata mulheres egípcias tocando instrumentos musicais e dançando. Da esquerda para a direita vemos uma harpista, uma alaudista, uma dançarina, uma tocadora de flauta dupla, e uma lirista com um instrumento de sete cordas. Note-se a pele de leopardo decorando a parte inferior da armação da, harpa.

3. Címbalos. Os címbalos (metziltayim ou tziltzal) eram feitos cobre e os únicos instrumentos de percussão na orquestra do templo.

Eram usados quando o povo celebrará e louvava a Deus. Juntavam-se às trombetas e aos cantores para expressar alegria e ações de graça ao Senhor (1 Crônicas 15:16; 16:5), Asafe, músico-chefe de Davi (1 Crônicas 16:5), era tocador de címbalos. Quando o povo voltou do cativeiro, os descendentes de Asafe foram chamados para juntar-se aos cantores e às trombetas em louvor ao Senhor (Esdras 3:10).

Em passagens como 1 Crônicas 16:5, algumas versões traduzem o hebraico por castanholas. Hoje é geralmente aceito que esta tradução é inexata e deve ser címbalos.

4. Sistro-chocalho. Esta é a tradução correta para 2 Samuel 6:5. O sistro era uma pequena armação em forma de U com um cabo anexado ao fundo da curva. Pedaços de metal ou outros objetos pequenos eram fixados em cordéis sobre pequenas barras esticadas de um lado ao outro do sistro,

O uso do sistro remonta ao antigo Egito e tem contrapartes em outras culturas antigas. Era meramente um fazedor de ruídos, tocado por mulheres tanto nas ocasiões alegres como nas tristes.

5. Tamboril. Veja "Tamborim".

6. Tamborim. Os músicos modernos classificariam este instrumento como um "membranofone" porque o som é produzido por uma membrana vibratória. É corretamente traduzido por tamboril ou tamborim. Era carregado e batido com a mão. Em tempos muito primitivos pode ter sido feito com duas membranas, com pedaços de bronze inseridos na borda.

7. Gongo. O "bronze" mencionado em 1 Coríntios 13:1 era, realmente, um gongo de metal. Era usado em casamentos e em outras ocasiões festivas.

B. Instrumentos de corda. Os arqueólogos têm encontrado fragmentos de harpas e de outros instrumentos do Egito e de países circunvizinhos do Oriente Próximo. A Bíblia descreve diversos instrumentos de corda usados em Israel.

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Alaúde. Esta placa de terracota procedente do Iraque (cerca .de 2000 a. C.) retrata um músico tocando um alaúde triangular de três cordas. Geralmente o alaúde era tocado por mulheres e pode ter sido um dos "instrumentos de música" mencionados em 1 Samuel 18:6.

1. Harpa. A harpa era um instrumento predileto da classe aristocrática e era prodigamente feito (1 Reis 10:12; 2 Crônicas 9:11). Era usada na orquestra do templo e foi indicada para "levantar a voz com alegria" (1 Crônicas 15:16).

A partitura musical mais antiga do mundo?

Uma erudita recentemente trouxe a público uma evidência controvertível ao sugerir que os antigos egípcios produziram partituras musicais durante os mesmos séculos da construção da poderosa Esfinge, há cerca de 4500 anos. Maureen M. Barwise afirma ter decifrado hieróglifos musicais que remontam à quarta dinastia do antigo reino, aproximadamente 2600 a. C. [1]

De acordo com sua tradução, a música era escrita basicamente numa só linha melódica. As mais antigas peças musicais sagradas apresentavam harpas e flautas acompanhadas por tamborins e baquetas de percussão, a que mais tarde se juntaram trombetas, alaúdes e liras.

A Srta. Barwise alega que os músicos egípcios usavam uma escala incompleta produzindo bela música a despeito de peculiaridades óbvias. Ela observa que essa música era similar às antigas canções folclóricas gaélicas, galesas e escocesas, com sons semelhantes da gaita de foles da Escócia.

A pesquisadora empreendeu a tarefa incomum de reproduzir diversas melodias, trans-pondo-as para a clave de sol. De acordo com Barwise, os egípcios entendiam de compasso, tom, ritmo e de acordes harmônicos além da melodia básica. As músicas adaptadas parecem cobrir uma variedade de tipos musicais, que vai desde o um tanto jocoso "Beautíful Moon-Bird of the Nile" até à um tanto imponente grande marcha "Honra ao forte braço de Faraó".

A música egípcia era considerada sagrada. Portanto, sua composição era estritamente governada por lei e não se desenvolveu muito no decorrer dos séculos.

Os murais, os baixos-relevos e a literatura da antigüidade mostram claramente que os egípcios eram hábeis musicistas. Muitos especialistas crêem que esta música primitiva foi preservada em forma escrita, mas a teoria arqueológica firmada sustenta que as melodias eram uma tradição oral.

A tradução que a Srta. Barwise fez dos hieróglifos para a notação musical contesta a antiga escola de pensamento e sua erudição tem encontrado um misto de aceitação. Alguns críticos concordam com a avaliação de David Wulston de que o trabalho dela não passa de "uma extravagante fantasia [construída] do mais inauspicioso material." [2]

2. Alaúde. Este instrumento triangular de três cordas pode ter sido um dos "instrumentos de música" mencionados em 1 Samuel 18:6. Geralmente era tocado por mulheres e estava excluído da orquestra do templo.

3. Citara. Dois termos hebreus são traduzidos por citara. Um é] mencionado em apenas um livro da Bíblia (Daniel 3:5,7,10,15). Esta citara especial (nevel) era freqüentemente usada na música secular, tal como na folia no banquete de Nabucodonosor. Era executada] tangendo-se as cordas com os dedos.

Uma citara menor (kinnor) era considerada como o instrumento] mais sofisticado. Sua forma e número de cordas variavam, mas todos] os tipos de cítaras produziam um som muitíssimo agradável. A citara era usada em ambientes seculares (Isaías 23:16), mas era também-,j aceita no uso sacro. É o instrumento que Davi usou para acalmar o rei Saul. Geralmente, esta "pequena citara" era executada ferindo-se as] cordas com um plectro assim como o violão pode ser tocado com uma palheta. Contudo, parece que Davi preferia usar a mão, em vez do plectro (1 Samuel 16:16, 23; 18:10; 19:9). Os artífices habilidosos faziam cítaras de prata ou de marfim e as decoravam com pródiga ornamentação.

[1] Maureen W. Barwise, "Hearing the Music of Ancient Egypt", The Consort, Vol. 25 (1968-1969), pp. 345-361.

[2] David Wulston, "The Earliest Music Notation", Music and Letters, Vol. 52, N? 4 (outubro de 1971), p. 365.

4. Saltério. Veja "Harpa".

5. Sambuca. O livro de Daniel (ERC) refere-se com freqüência à sambuca (Daniel 3:5,7, 10,15).

Não sabemos o formato e o tamanho exatos da sambuca. O instrumento parece ter sido emprestado dos babilônios e assim não era comum entre os instrumentos de Israel.

6. Viola. Veja "Harpa".

C. Instrumentos de sopro. A despeito de seu limitado conhecimento de trabalho em metal, os israelitas modelaram uma variedade de buzinas e de outros instrumentos de sopro.

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Liristas cativos. Três liristas cativos (possivelmente judeus de Laquis) são levados através de uma área montanhosa por um soldado assírio armado com clava e arco. A lira produzia um som doce, ressonante quando suas cordas eram tangidas com um plectro (um pedaço fino de osso ou metal). Este relevo de alabastro vem das ruínas do palácio de Senaqueribe (704-681 a. C.) em Nínive.

1. Clarineta. A primitiva clarineta era um instrumento popular nos j tempos bíblicos. È mencionada como flauta em Isaías 5:12; 30:29; e Jeremias 48:36. As referências do Novo Testamento incluem Mateus] 9:23; 11:17; Lucas 7:32; e 1 Coríntios 14:7. A clarineta provavelmente! não era usada no templo, porém era um instrumento popular em] banquetes, casamentos ou funerais.

2. Cometa. Veja "Trombeta", "Shophar", e "Sistro-chocalho".

3. Pífaro. O pífaro (mashrokitha) era realmente um tubo grande. Pelai fato de ser um tubo grande e ter um bocal, ele produzia um som agudo, penetrante, um tanto semelhante ao oboé. O pífaro eral popular no uso secular e religioso, porém não é mencionado como instrumento da orquestra do primeiro templo. Às vezes seu uso foi] permitido no segundo templo. Devido ao seu som penetrante, era] usado em procissão (Isaías 30:29 ERC).

4. Órgão. Veja "Flauta".

5. Flauta. De modo geral, flauta se refere a um instrumento de sopro que expressa exuberante alegria ou lamento extático. Geralmente se acredita ter sido um instrumento secular, embora o Salmo 150:4 (ERC) mencione seu uso no templo para uma celebração religiosa.

6. Shophar. O shophar é mais bem entendido como "chifre d carneiro", como em Josué 6:4, 6, 8, 13. Destinava-se a fazer ruído, não música; daí não poder executar melodias. Era usado para da| avisos e anunciar ocasiões especiais, como no caso da transferência da arca (2 Samuel 6). Também era usado para afugentar espíritos maus e deuses do inimigo (Zacarias 9:14-15).

7. Trombeta. A trombeta, semelhante ao shophar, era usada pelos sacerdotes. Muitas vezes as trombetas se apresentavam aos parei (Números 10:1-10). Originalmente foram ordenadas duas para templo; mas o número podia ser aumentado para 120, dependendo da sua finalidade (2 Crônicas 5:12).

As trombetas eram feitas de osso, de concha ou de metais ― bronze, cobre, prata, ouro ― todas produziam um som agudo e estridente. Geralmente se crê que essas trombetas, como o shophar, não podiam produzir sons em vários tons, de modo que produzissem música (melodia). Contudo, podiam executar notas de legato, staccato e trinados. Assim, elas podiam dar sinais complicados para anunciar reuniões, batalhas, e emboscadas.

Gideão usou trombetas para aterrorizar o inimigo (Juizes 7:19-20). João ouviu o som de uma trombeta antes de receber a visão do apocalipse (Apocalipse 1:10). Na verdade, as trombetas estão entre os proeminentes símbolos do Juízo (1 Coríntios 15:52; 1 Tessalonicenses 4:16; Apocalipse 8:2).

fonte: livro Vida cotidiana nos Tempos Bíblicos

Exegese

Um livro poético sobre o tema como indicação, de Vinícius de Moraes.

Disciplina que aplica métodos e técnicas que ajudam na compreensão do texto.

Do ponto de vista etimológico hermenêutica e exegese são sinônimas, mas hoje os especialistas costumam fazer a seguinte diferença: hermenêutica é a ciência das normas que permitem descobrir e explicar o verdadeiro sentido do texto, enquanto a exegese é a arte de aplicar essas normas.

é a interpretação profunda de um texto bíblico, jurídico ou literário. A exegese como todo saber, tem práticas implícitas e intuitivas. A tarefa da exegese dos textos sagrados da Bíblia tem uma prioridade e anterioridade em relação a outros textos. Isto é, os textos sagrados são os primeiros dos quais se ocuparam os exegetas na tarefa de interpretar e dar seu significado. A palavra exegese deriva do grego exegeomai, exegesis; ex tem o sentido de ex-trair, ex-ternar, ex-teriorizar, ex-por; quer dizer, no caso, conduzir, guiar.

Por isso, o termo exegese significa, como interpretação, revelar o sentido de algo ligado ao mundo do humano, mas a prática se orientou no sentido de reservar a palavra para a interpretação dos textos bíblicos. Exegese, portanto, é a denominação que se confere à interpretação das Sagradas Escrituras desde o século II da Era Cristã. Orígenes, cristão egípcio que escreveu nada menos que 600 obras, defendia a interpretação alegórica dos textos sagrados, afirmando que estes traziam, nas entrelinhas de uma clareza aparente, um sentido mais profundo. O termo exegese restou ligado à interpretação alegórica, ensejando abusos de interpretação, a ponto de alguns autores afirmarem, ironicamente, que a Bíblia seria um livro onde cada qual procura o que deseja e sempre encontra o que procura.

Ser exegeta é aplicar o texto no contexto cultural da época do texto lido e extrair os princípios morais e culturais para o tempo presente.

Obs.: A Exegese Bíblica aplica-se na correta interpretação dos manunscritos sagrados, tendo como princípio básico a correta interpretação de uma palavra a partir da língua original em que a mesma fôra escrita, abrangendo inúmeras vertentes e variantes de uma mesma palavra em seus variados sentidos e aplicação.

fonte: Wikipédia.

Concílio de Francfort

Não se sabe muito bem quais os passos que a igreja na Inglaterra deu a este respeito, mas presume-se que Alcuino foi o seu intérprete no concilio de Francfort que se reuniu para discutir este importante assunto no ano 794. Por recomendação de Carlos Magno, que tinha reunido o concilio, foi dispensado uma atenção especial ao diácono inglês, e certamente ele não abusou da honra que lhe foi conferida. A decisão do concilio, que parece ter sido redigido por Alcuino, era absolutamente contrária ao culto às imagens, e as suas razões foram expostas enfaticamente, e eram o mais convincente possível.

Nem homens nem anjos deviam de modo algum ser adorados, e o uso das imagens foi declarado como "não somente não tendo a confirmação das Escrituras Sagradas, mas até como sendo diretamente contrário aos escritos do Velho e do Novo Testamento". Esta declaração com a sua referência à Palavra de Deus, podia bem ter sido feita por Alcuino, porque era um homem que estudava a Bíblia com um coração intrépido, e considerava-a como o único cânon e regra da sua vida. "A leitura das Escrituras Sagradas", dizia ele, "é o conhecimento da bem-aventurança eterna..

Nelas pode qualquer homem ver, como se fosse num espelho, que espécie de ser moral ele é. A leitura das Escrituras Sagradas purifica a alma do leitor, traz ao seu espírito o receio dos tormentos do Inferno e eleva o seu coração às alegrias celestiais. O homem que deseja estar sempre com Deus, deve amiudadas vezes orar, e estudar a sua santa Palavra, porque quando oramos, falamos com Deus, e quando lemos o santo livro é Deus que fala conosco. A leitura do livro santo dá uma dupla alegria aos seus leitores; instrui de tal modo o seu espírito que os torna mais penetrantes, e ao mesmo tempo desvia-os das vaidades mundanas e guia-os para o amor de Deus; assim como o corpo se sustenta do alimento ingerido, assim a alma se sustenta da comunhão divina, como diz o Salmista: ‘Oh! quão doce são as tuas palavras ao meu paladar, mais doces do que o mel à minha boca!’ Um outro eclesiástico que também se distinguiu no concilio de Francfort foi Paulino, bispo de Aquiléia. Negou com ousadia, o valor de qualquer intercessão, ou meditação, que não fosse por meio de Cristo. Os testemunhos de homens como estes tornam bastante evidente a vida espiritual que ainda havia naquele deserto de erros e superstições em que a igreja de Roma se encontrava então, mas infelizmente quão poucos são esses testemunhos!

livro: História do Cristianismo.