Cultura bíblica
Para os estudantes de teologia, gostaria de deixar este livro como indicação para a matéria Cultura Bíblica.
“O Mundo do Antigo Testamento apresenta-nos os povos que influenciaram a história de Israel durante o período do Antigo Testamento. Além disso, traz ao conhecimento do estudante da Bíblia acontecimentos da história de Israel e o significado destes à luz da revelação completa que Deus faz de si próprio na Bíblia. O Antigo Testamento descreve um mundo que é, a um só tempo, semelhante e dessemelhante ao nosso. Por certo conservamos em comum com aquele mundo os elementos básicos da vida —nascimento, crescimento, morte, a família, a nação, o lavrador, o soldado, o magistrado, o professor, o médico, mas a falta de qualquer dos inventos mecânicos e elétricos com os quais nos acostumamos coloca o mundo do Antigo Testamento a uma grande distância do nosso.” Nota de introdução do livro.
O fim do mundo
(Mateus 24:11) – E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos.
O texto abaixo refere-se a alguns trechos de uma reportagem da revista veja. Leiam analisem.
O escritor Patrick Geryl tem 54 anos, escreveu uma dezena de livros, nunca se casou, não tem filhos e atualmente anda muito ocupado preparando-se para o fim do mundo. Na semana passada, esteve em Sierra Nevada, no sul da Espanha, acompanhando uma equipe de televisão do Canadá, numa vistoria às habitações que estão sendo construídas ali. São ocas de cimento capazes de resistir ao cataclismo que, acredita Geryl, destruirá o planeta Terra no dia 21 de dezembro de 2012. "Queremos um lugar a uns 2 000 metros acima do nível do mar", explica. Ele e seu grupo pretendem levar 5 000 pessoas para um local que resistirá aos horrores do apocalipse. Será o último dia do resto da humanidade, acredita Geryl, um dia para o qual ele se prepara desde a adolescência, quando, aos 14 anos, na histórica cidade belga de Antuérpia, começou a se interessar pelo assunto lendo livros de astronomia. Ao voltar da Espanha, Geryl ocupou-se em relacionar os itens que devem ser levados para o bunker antiapocalipse. Na lista coletiva, havia 348, faltando ainda incluir os medicamentos. Na de uso individual, 86.
A explicação começou a surgir nos anos 50, quando o brilhante psicólogo americano Leon Festinger (1919-1989) resolveu testar uma hipótese revolucionária: a de que, diante de uma profecia fracassada, os fiéis não desistem de sua crença, mas, ao contrário, se aferram ainda mais a ela. Festinger e seus colegas se infiltraram numa seita do fim do mundo e descobriram exatamente o que imaginavam. O grupo era formado por quinze pessoas e liderado por uma dona de casa de Michigan, Marion Keech, que fora informada por extraterrestres de que o mundo acabaria com uma inundação no dia 21 de dezembro – olha a data aí de novo – de 1954. Antes da catástrofe final, Marion e seguidores seriam resgatados pela nave-mãe e levados para um lugar seguro. Na data e hora marcadas, eles se reuniram para esperar o resgate, e não apareceu nave nenhuma. Passou uma hora, e nada. Duas horas, e nada. Eles estavam tensos e preocupados, alguns começando a dar sinais de descrença naquilo tudo, até que, quase cinco horas depois, Marion foi novamente contactada pelos extraterrestres com uma novidade redentora: o grupo ali reunido, com o poder de sua crença, espalhara tanta luz que Deus cancelara a destruição do mundo. Os membros reagiram com entusiasmo. Haviam encontrado um meio de acreditar que a profecia, afinal, estava correta.
O caso foi contado no livro When Prophecy Fails (Quando a Profecia Falha) e se tornou um dos fundamentos do que veio a se chamar teoria da dissonância cognitiva. É a inclinação que temos para reduzir o profundo desconforto provocado por duas informações conflitantes – no caso, a crença de que o mundo vai acabar e a evidência incontornável de que o mundo não acabou. Há exemplos mais rotineiros, como o sujeito que sabe que o cigarro pode matar e, no entanto, fuma dois maços por dia. Tem-se uma "dissonância cognitiva", que precisa ser resolvida: ou o sujeito para de fumar ou racionaliza que o cigarro, no fundo, acalma, emagrece, seja o que for. Meio século depois, a tese de Festinger será ainda válida para explicar a crença inabalável em profecias finalistas? "É, ainda, a melhor explicação psicológica", diz Daniel Gilbert, da Universidade Harvard, autor de um trabalho pioneiro sobre como enxergamos o futuro – com lupa, diz ele, sempre dando a sucessos ou fracassos importância muito maior do que efetivamente terão quando (e se) acontecerem.
As profecias do apocalipse são um desastre como previsão do futuro, mas excelentes como alegorias do presente. A coleção de afrescos e pinturas clássicas que retratam o Juízo Final, como a obra-prima de Michelangelo na Capela Sistina, reflete o temor do tribunal divino e o domínio da Igreja Católica de então. Depois da II Guerra, os filmes de Hollywood, grandes difusores da catástrofe final, passaram a enfocar o fim do mundo como resultado de uma guerra nuclear ou de um monstro deformado pela radioatividade. Estavam narrando as aflições dos americanos com a bomba de Hiroshima e Nagasaki e a chegada da corrida armamentista com a União Soviética. É o momento em que o apocalipse começa a ter duas fontes – a religião e a ciência. Nos anos 60, com as profundas transformações varrendo os EUA, da Guerra do Vietnã à revolução sexual, do advento do computador ao movimento dos direitos civis, dos Beatles a Woodstock, o apocalipse mudou de lugar. "O livro da revelação deixou o gueto cristão e entrou no coração da política americana e da cultura popular", escreve Jonathan Kirsch em A History of the End of the World (Uma História do Fim do Mundo), um ótimo inventário do apocalipse.
fonte: Revista Veja – http://veja.abril.com.br/041109/fim-do-mundo-2012-p-090.shtml
(Mateus 24:42) – Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor. (Mateus 24:43) – Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa. (Mateus 24:44) – Por isso, estai vós apercebidos também; porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis.
Mobilização de Adoração e Intercessão
Olá, caso tenha lido meus últimos artigos, sabe que estes dias, 31 de out até 02 de nov, há no mundo espiritual uma manifestação das trevas, amigos estão por todo o Brasil, mobilizando adoração e intercessão pelos pecados da Nação brasileira por estes motivos, junte-se a nós.
Dia das bruxas e dia dos mortos, ligação mortal.
A ligação do dia das bruxas com o dia dos mortos é uma ligação satânica, enquanto o mundo das trevas está tentando vencer, meus amigos estão travando 24hs de adoração e intercessão por nosso país, que só recebe bençãos graças a misericórdia de Deus.
Entenda mais um pouco o que estou falando.
Posto que, entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e 1° de novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening, em inglês), acredita-se que assim se deu origem ao nome actual da festa: Hallow Evening -> Hallowe’en -> Halloween. Rapidamente se conclui que o termo "Dia das bruxas" não é utilizado pelos povos de língua inglesa, sendo essa uma designação apenas dos povos de língua (oficial) portuguesa.
Outra hipótese é que a Igreja Católica tenha tentado eliminar a festa pagã do Samhain * ( O Samhaim era a época em que acreditava-se que as almas dos mortos retornavam a casa para visitar os familiares, e para buscar alimento e se aquecerem no fogo da lareira) instituindo restrições na véspera do Dia de Todos os Santos. Este dia seria conhecido nos países de língua inglesa como All Hallows’ Eve.
( * ) nota:
Os praticantes de diversas religiões inclusive neopagãs celebram-no, como por exemplo a Wicca. Ele é celebrado no dia 31 de Outubro no hemisfério norte e 30 de abril no hemisfério sul. Essa diferença existe porque as estações são invertidas de um hemisfério para o outro. Esta é a primeira e ultima celebração do ano wiccan pois é quando o ano acaba e começa (nota que o ano celta é cíclico) Este é igualmente um dos oito sabbats com maior relevância, pois é a noite em que o caos primordial retorna para o inicio do novo ano, é por isso a noite em que o mundo dos vivos se mistura com o dos mortos, sendo deste modo a melhor altura para contactar os mortos. Os Celtas não acreditavam em demónios, mas determinadas entidades magicas eram consideradas hostis para os humanos, seus animais e colheitas). Deste modo muitas pessoas pregavam partidas aos seus vizinhos, desde trocar os gados, por figuras humanoides em locais para assustar, ao qual se tornou muito famosa a Jack o’Lantern ou a famosa abóbora iluminada de Halloween.
A relação da comemoração desta data com as bruxas propriamente ditas teria começado na Idade Média no seguimento das perseguições incitadas por líderes políticos e religiosos, sendo conduzidos julgamentos pela Inquisição, com o intuito de condenar os homens ou mulheres que fossem considerados curandeiros e/ou pagãos. Todos os que fossem alvo de tal suspeita eram designados por bruxos ou bruxas, com elevado sentido negativo e pejorativo, devendo ser julgados pelo tribunal do Santo Ofício e, na maioria das vezes, queimados na fogueira nos designados autos-de-fé.
Essa designação se perpetuou e a comemoração do halloween, levada até aos Estados Unidos pelos emigrantes irlandeses (povo de etnia e cultura celta) no século XIX, ficou assim conhecida como "dia das bruxas", uma lenda histórica.
Se analisarmos o modo como o Halloween é celebrado hoje, veremos que pouco tem a ver com as suas origens: só restou uma alusão aos mortos, mas com um carácter completamente distinto do que tinha ao princípio. Além disso foi sendo pouco a pouco incorporada toda uma série de elementos estranhos tanto à festa de Finados como à de Todos os Santos.
Entre os elementos acrescidos, temos por exemplo o costume dos “disfarces”, muito possivelmente nascido na França entre os séculos XIV e XV. Nessa época a Europa foi flagelada pela Peste Negra e a peste bubônica dizimou perto da metade da população do Continente, criando entre os católicos um grande temor e preocupação com a morte. Multiplicaram se as Missas na festa dos Fiéis Defuntos e nasceram muitas representações artísticas que recordavam às pessoas a sua própria mortalidade, algumas dessas representações eram conhecidas como danças da morte ou danças macabras.
Alguns fiéis, dotados de um espírito mais burlesco, costumavam adornar na véspera da festa de finados as paredes dos cemitérios com imagens do diabo puxando uma fila de pessoas para a tumba: papas, reis, damas, cavaleiros, monges, camponeses, leprosos, etc. (afinal, a morte não respeita ninguém). Também eram feitas representações cênicas, com pessoas disfarçadas de personalidades famosas e personificando inclusive a morte, à qual todos deveriam chegar. Possivelmente, a tradição de pedir um doce, sob ameaça de fazer uma travessura (trick or treat, “doce ou travessura”), teve origem na Inglaterra, no período da perseguição protestante contra os católicos (1500 1700).
Nesse período, os católicos ingleses foram privados dos seus direitos legais e não podiam exercer nenhum cargo público. Além disso, foram lhes infligidas multas, altos impostos e até mesmo a prisão. Celebrar a missa era passível da pena capital e centenas de sacerdotes foram martirizados.Produto dessa perseguição foi a tentativa de atentado contra o rei protestante Jorge I. O plano, conhecido como Gunpowder Plot (“Conspiração da pólvora”), era fazer explodir o Parlamento, matando o rei, e assim dar início a um levante dos católicos oprimidos. A trama foi descoberta em 5 de novembro de 1605, quando um católico converso chamado Guy Fawkes foi apanhado guardando pólvora na sua casa, tendo sido enforcado logo em seguida.
Em pouco tempo a data converteu se numa grande festa na Inglaterra (que perdura até hoje): muitos protestantes a celebravam usando máscaras e visitando as casas dos católicos para exigir deles cerveja e pastéis, dizendo lhes: trick or treat(doce ou travessuras). Mais tarde, a comemoração do dia de Guy Fawkes chegou à América trazida pelos primeiros colonos, que a transferiram para o dia 31 de outubro, unindo a com a festa do Halloween, que havia sido introduzida no país pelos imigrantes irlandeses.Vemos, portanto, que a atual festa do Halloween é produto da mescla de muitas tradições, trazidas pelos colonos no século XVIII para os Estados Unidos e ali integradas de modo peculiar na sua cultura. Muitas delas já foram esquecidas na Europa.
A celebração do 31 de Outubro, muito possivelmente em virtude da sua origem como festa dos druidas, vem sendo ultimamente promovida por diversos grupos neo-pagãos, e em alguns casos assume o caráter de celebração ocultista.
Fonte: wikipedia
Dia de finados, dia dos mortos ?
O Dia dos Fiéis Defuntos, Dia dos Mortos ou Dia de Finados é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de Novembro, logo a seguir ao dia de Todos-os-Santos.
Desde o século II, alguns cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. Também o abade de Cluny, santo Odilon, em 998 pedia aos monges que orassem pelos mortos. Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos. No século XIII esse dia anual passa a ser comemorado em 2 de novembro, porque 1 de novembro é a Festa de Todos os Santos. A doutrina católica evoca algumas passagens bíblicas para fundamentar sua posição (cf. Tobias 12,12; Jó 1,18-20; Mt 12,32 e II Macabeus 12,43-46), e se apóia em uma prática de quase dois mil anos.
Protestantes e evangélicos afirmam que a doutrina da Igreja Católica, que recomenda a oração pelos falecidos, é desprovida de fundamento bíblico. Segundo eles, a única referência a este tipo de prática estaria em II Macabeus 12,43-46. Porém os protestantes e evangélicos não reconhecem a canonicidade deste livro e nem a legitimidade desta doutrina, uma vez que o Protestantismo não se submete às tradições católicas.
Segundo a interpretação protestante, a Bíblia diz que a salvação de uma pessoa depende única e exclusivamente da sua fé na graça salvadora que há em Cristo Jesus e que esta fé seja declarada durante sua vida na terra (Hebreus 7.24-27; Atos 4.12; 1 João 1.7-10) e que, após sua morte, a pessoa passa diretamente pelo juízo (Hebreus 9.27) e que vivos e mortos não podem comunicar-se de maneira alguma (Lucas 16.10-31).
Os Protestantes observam o dia de Finados para lembrar das coisas boas que os antepassados deixaram, como o legado de um caráter idôneo, por exemplo. Mas entendem que as pessoas precisam ser cuidadas enquanto estão vivas. Após a morte, nada mais resta senão o juízo.
No dia 2 de Novembro há um sincrectismo religioso pelo mundo.
Fonte: wikipédia
Simpósio regional – Encontro de Educadores
Veja algumas fotos do evento http://www.flickr.com/photos/educacaocrista/
Faça o download dos materiais utilizados http://educbauru.wordpress.com/estudosdebq/downloadsdebq/
Violência no RJ
A Polícia Militar informou nesta segunda (19) que o capitão Marcelo de Carvalho Mendes, que era o copiloto do helicóptero que explodiu ao fazer um pouso forçado no sábado, já recebeu alta. O atirador de elite major Busnello, baleado na perna durante o confronto, também já foi liberado.
Outro ferido no acidente, o cabo da Polícia Militar Anderson dos Santos, permanece internado em estado estável no Hospital da Aeronáutica, na Ilha do Governador, subúrbio do Rio. Ele teve 9,5% do corpo queimado e precisou de cuidados especiais. Além das queimaduras, ele teve fraturas no fêmur provocadas por disparo de arma de fogo. O policial evolui bem e respira sem a ajuda de aparelhos.
(Isaías 59:8) – Não conhecem o caminho da paz, nem há justiça nos seus passos; fizeram para si veredas tortuosas; todo aquele que anda por elas não tem conhecimento da paz. (Isaías 59:9) – Por isso o juízo está longe de nós, e a justiça não nos alcança; esperamos pela luz, e eis que só há trevas; pelo resplendor, mas andamos em escuridão.
Armamento pode ter sido usado em tiroteio de sábado. Na Chatuba, em Mesquita, na Baixada Fluminense, policiais do 20 BPM apreenderam grande quantidade de entorpecentes, além de duas carabinas calibre 12, um rifle .30 antiaéreo, um fuzil 762 Madsen, uma submetralhadora URU e munições de diversos calibres. Segundo a polícia, parte do armamento apreendido pode ter sido usado para derrubar o helicóptero da PM, no tiroteio de sábado (17), no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio. Essa hipótese será agora investigada pela polícia.
Durante a ação na Chatuba foram apreendidos ainda dois coletes a prova de balas, uma espada de Samurai, sete uniformes falsos do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e dois botijões de gás com fundo falso, que seriam usados para transportar armas e drogas.
Segundo o major Oderlei, policiais estão de prontidão na capital, na Baixada Fluminense, na Zona Oeste e na Grande Niterói, na Região Metropolitana. Nesta segunda, dois mil foram mobilizados na capital e outros dois mil nas demais regiões. De acordo com o major, caso seja necessário, o mesmo efetivo poderá ser usado nesta terça-feira.
Ainda segundo a polícia, o tipo de helicóptero atingido pelos criminosos não possui caixa preta. Os restos da aeronave, no entanto, serão periciadas.
fonte: G1
O ministério
A Segunda Epístola aos Coríntios fala sobre o ministério, que é constituído, produzido e formado com as experiências das riquezas de Cristo por meio de sofrimentos, pressões consumidoras, e da obra mortificadora da Cruz.
O ministério não é meramente uma questão de Dom. Uma pessoa pode ser capaz de falar fluente e eloqüentemente e de dar várias ilustrações e provérbios apropriados, mas isso somente é um Dom. O que as igrejas, o Corpo, necessita hoje é de o ministério. O Corpo precisa de alguns irmãos que foram trabalhados de forma completa por Deus e com Deus a fim de terem algo de Cristo, não simplesmente em sua mente, como conhecimento a ser ensinado para os outros, mas como as riquezas de Cristo em seu espírito e em todo seu ser interior, para ser transmitido a outros.
Espero que estes se disponham a ir a certos lugares para contatar as pessoas a ter comunhão com elas. Por fim, será visto o crescimento em vida e a edificação dos santos nos lugares por eles visitados. Hoje existe muito ensinamento, muito conhecimento e muitos dons mas há uma grande carência de o ministério. Todos devemos ansiar por tal ministério. Precisamos orar: “Senhor, seja gracioso para comigo a fim de que eu seja libertado de meus conceitos relacionados aos dons. Como anseio ser trabalhado com algo de Deus em Cristo no espírito. Que eu tenha algo do elemento divino trabalhando em meu interior para ministrar aos outros a fim de Ter um ministério divino de Cristo”. A igreja necessita muito mais do ministério do que dos dons.
fonte: Livro 2 Coríntios A autobiografia de uma pessoa no Espírito
Inspiração da Bíblia
Inspiração Bíblica
O que é Inspiração Divina?
É a influência sobrenatural do Espírito Santo como um sopro, sobre os escritores da Bíblia, capacitando-os a receber e transmitir a mensagem divina sem mistura.
Não podemos confundir revelação com inspiração. Enquanto a revelação é o ato pelo qual Deus torna-se conhecido pelos homens, a inspiração diz respeito ao modo como os homens recebem e transmitem essa revelação.
As Escrituras tanto falam da inspiração do escritor quanto da inspiração do escrito: um é o agente, o outro é o efeito.
Embora a palavra inspiração seja usada apenas uma vez no Novo Testamento (2Tm 3.16) e outra no Antigo Testamento (Jó 32.8), o processo pelo qual Deus transmite sua mensagem autorizada ao homem é apresentado de muitas maneiras.
Definição Teológica da Inspiração
A Bíblia que é inspirada, e não seus autores humanos. O adequado, então, é dizer que: o produto é inspirado, os produtores não. Tal sentido mais amplo inclui o processo total porque alguns homens, movidos pelo Espírito Santo, enunciaram e escreveram palavras emanadas da boca do Senhor; e, por isso mesmo, palavras dotadas da autoridade divina. É esse processo total da inspiração que contém os três elementos essenciais: a causalidade divina, a mediação prof´rtica e a autoridade escrita.
fonte: webservos.com.br
12 de Outubro
Identidade.
Você reconhece a identidade de filho de Deus em você? A identidade nada mais é que o conhecimento da verdade divina a cerca de si mesmo, nas diversas áreas e condições de sua existência. Vamos começar com a nossa identidade de Paternidade, quem é nosso Pai? Quando Jesus se deparou com satanás a primeira tentação qual foi? MAT. 4:3 ‘E, chegando a ele o tentador, disse: se tu és o filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães’.
O início da Paternidade.
Vamos voltar para 586 a.C. Lamentações 5:1-3 (586-585 a.C. Jerusalém se sentia assim). Aqui em nosso Brasil a orfandade ela é um legado, 1/3 dos Brasileiros não sabem quem foi seu Pai. (índice fornecido pelo I.B.G.E.). Podemos analisar da seguinte forma, a Nação Brasileira quanto a sua paternidade (levando-se em conta a questão espiritual):
-ÍNDIOS: quase todas as tribos eram envolvidas com canibalismo, feitiçarias, rituais satânicos, imoralidades, etc. Aqui índias foram pegas a laço, filhos bastardos de estupros, sendo escravizados, uma grande carnificina. (havia 7 milhões de índios, hoje 300 mil);
-AFRICANOS: negros eram raptados e trazidos como escravos. Trazendo assim seus costumes de quibandeiro, isto é o pai de santo. Sem contar, tudo isso com dor e sangue, com abuso moral e desrespeito humano;
-CRISTIANISMO DE PORTUGAL: um cristianismo sem pai, gerado do islamismo, onde Alá (o Deus lunar) os protege, mas sem sentido de paternidade, sendo esse islamismo utilizador de um sistema político-religioso, como se negar o islã, fosse negar a própria pátria.
O povo islâmico foi personificado de um dos filhos de Abraão, chamado Ismael (Ismaelitas – Gen. 37), filho de Abraão com Hagar, escrava de Sara.Ismael casou-se com uma egípcia, e teve 12 filhos com ela, gerando 12 tribos árabes. Maomé diz ser da ramificação de Ismael. No século 8, o islamismo cresceu desenfreadamente, onde essa região (Portugal) foi habitada por esse povo, por mais ou menos 800 anos.
A influência do cristianismo foi deturpada.
A mando do Papa Urbano II (papa francês), começou-se a travar uma grande batalha, chamada a cruzada (1100-1300 d.c.), tempo da inquisição, mais ou menos 50 milhões de pessoas morreram. O DNA do cristianismo de Portugal começou a ter genes do islamismo.
Esse cristianismo se resume no Catolicismo, onde tem uma mãe, tirando o sistema paterno de Deus, gerando uma religiosidade e uma orfandade. O interessante saber que apesar de toda essa deturpação, aqui no Brasil havia um padroeiro São Pedrão de Alcântara, porem para os católicos brasileiros, vergonha esta ter um padroeiro Espanhol, em 31 de maio 1931, como grande representante Getúlio Vargas reverrendou-a como padroeira. Somente em 1955 conhecido feriado 12 de outubro o dia da padroeira, que antes dessa data era 8 de dezembro. Vemos isso onde no Antigo testamento pessoas serviam a Astarote, uma Deusa figura de uma mulher, rainha dos ares.
Esse cristianismo, essa influência, essa troca de herança, essa fusão, acabou por volta de 1500. Onde começaram a ocorrer as REFORMAS, sendo Monástica ou pelos movimentos leigos. O interessante que em uma dessas reformas leigas feitas por Joaquim (1132-12020 d.C.), conhecida como “os joaquinitas escatológicos”, defendiam a figura grandiosa de um Deus Pai. Apartir daí o povo não era espiritualmente mais comandado pela autoridade da igreja romana, mas sim pela autoridade da bíblia.Fomos influenciados pela pior espécie de cristão. Todas as formas de colonização vão a falta de Paternidade, vemos que somos negros, brancos, cafuzos, etc.
Herança sem Paternidade.
Vemos hoje, pessoas dão o título de Padroeira, sem ao menos existir essa figura, que só é destinado para o masculino Pai ou Padroeiro. E toda essa influência destrói a imagem de filho diante do Pai. Jovens têm grande dificuldade em gerar em si a dependência de DEUS, por não experimentar a realidade de ser filho. Se ainda existir alguma influência que deturpa a presença de Deus como Pai, e você como filho, hoje vai ser restaurado.
Temos Pai, e agimos como se não tivéssemos.
Entenda, temos a figura de Deus como Pai, mas não agimos como filho. Esse é o grande Problema. O mundo pode se comportar como estão, mas nós não. Nós temos referência de Deus Pai, mas por que não estamos sendo Filhos? Existiu um homem na bíblia que tinha referências sobre seu Pai, e deturpou a relação Pai e filho. Esse homem foi Manasses (esqueceu-se de Deus).
II CRÔ. 29 1e2.
Ezequias torna-se um Rei exemplar, ele consegue dentre tantas revoltas contra o apogeu Assírio, tornando-se uma Nação que dependesse apenas de um Deus, conseguiu centralizar o culto, destruiu todos os altares a outros Deuses, reformula os levitas adorarem a Deus. Um homem íntegro, honesto, temente a Deus, pagava direitinho seu tributo, com os dízimos recolhidos conseguir restabelecer o povo de Deus economicamente, politicamente e espiritualmente.O que se espera de um filho que tem esse pai como exemplo?
Não foi o que aconteceu. Sua descendência foi drástica. Senaqueribe rei da Assíria, invade novamente Judá, e tenta separa-la para si. Ezequias adoece, Deus lhe dá 15 anos mais de vida, diz a bíblia que ezequias teve riqueza e glória.
II CRÔ 33.
Em eu lugar começa a reinas Manasses, com 12 anos de idade. Fez tudo quanto era errado aos olhos de Deus. Manasses ora a Deus, estava angustiado, ARREPENDIDO. Deus refaz as coisas, e Manasses se torna o filho desejado. Hoje talvez, você se sinta como Manasses. Você é filho de Deus. Jesus teu irmão, primogênito te deu esse direito JOÃO 1:12. Você é um predestinado de Deus. Você nasceu para ser imagem de Cristo. Você nasceu para herdar o que Deus deixou para seus filhos.
O Coliseu na Idade Média
"Enquanto resistir o Coliseu, Roma resistirá;
Quando cair o Coliseu, Roma cairá;
E com Roma, o mundo".
Algumas dúvidas são expressas pelos historiadores modernos quanto ao tempo preciso em que a imensa estrutura começou a desintegrar-se. Muitos supõem que ela deve ter sofrido, como a maioria dos grandes edifícios da cidade, durante o reinado gótico de terror e ruínas.
Mas da expressão de escritores contemporâneos, Marangoni e outros antiquários são da opinião que ela permaneceu em perfeito estado até o fim do século XI. A imensidão e a espessura compacta de suas paredes de pedra travertina parecem ter desafiado todos os esforços para demoli-las.
Mesmo em seu presente estado ruinoso, quando apenas dois terços de sua estrutura original subsistem, precisar-se-ia de mil homens, durante vários meses, para transformá-la num montão de entulhos. Os godos, que encontraram presa fácil nos edifícios menores da cidade, deixaram ao tempo a tarefa lenta, porém certa, de esfarelar o esplêndido monumento.
No entanto, as comoções políticas do final do século XI trouxeram sobre o anfiteatro outra terrível onda de devastação e ruína, pela qual as suas paredes maciças e indestrutíveis foram sacudidas e desfiguradas. Isto aconteceu no pontificado de Gregório VII, por volta do ano 1084 de Nosso Senhor.
Fonte: Livro Os Mártes do Coliseu
A Relação Entre a Oferta pela Culpa e as Outras Quatro Ofertas
Qual é a relação entre a oferta pela culpa e as outras quatro ofertas anteriormente citadas? A fim de respondermos a esta questão, precisamos descrever esses quatro tipos de oferta antes de os compararmos com a oferta pela culpa.
1. Holocausto. Significa a forma total e completa como nosso Senhor se oferece a Deus. Não é para expiação, mas, ao oferecer-se voluntariamente a Deus, Ele possibilita a obra de expiação.
2.Oferta de manjares. Não há sangue nesta oferta, pois ela tipifica a vida do nosso Senhor. Sua vida na terra foi muitíssimo pura — Ele viveu de maneira pura e delicada diante de Deus. A ênfase, nesta oferta, está em Sua perfeição. Jesus é o perfeito Homem. Assim como a farinha é boa para os homens, para nós, os que cremos, Jesus é nosso alimento espiritual.
3.Oferta pacífica. Simboliza o Senhor promovendo a paz entre Deus e os homens. Ele faz com que fiquemos em paz com Deus, e com que Deus fique em paz conosco.
4.Oferta pelo pecado. Essa oferta sugere a forma como a obra redentora do Senhor nos reconcilia com Deus. Jesus faz a expiação pelos nossos pecados a fim de que possamos ser salvos por esta Sua obra.
5.Oferta pela culpa. Algumas pessoas podem perguntar qual é a diferença entre a oferta pelo pecado e a oferta pela culpa. "Pecado" indica a soma total de todas as nossas transgressões diante de Deus, enquanto "culpa" se refere aos pecados que cometemos diariamente, o que nos torna, assim, responsáveis. É possível dizer que o sacrifício pelo pecado destina-se ao pecado total, enquanto a oferta pela culpa é dedicada a vários pecados específicos que podem ser contados.
Os Dois Aspectos da Oferta pela Culpa
A oferta pela culpa contém duas partes: a primeira está registrada em Levítico 5, e a segunda, em Levítico 6. No capítulo 5, a Bíblia nos diz o que devemos fazer perante Deus pelo pecado que cometemos diariamente contra Ele. O capítulo 6 nos mostra o que devemos fazer aos homens se pecamos contra eles em nosso cotidiano. Agora, temos de focalizar a atenção no capítulo 6, que se ocupa com a atitude que precisamos tomar se pecamos contra nosso próximo depois de sermos salvos.
Fonte: Livro A vida Cristã Equilibrada
Assunto aos Céus
A ascensão é a última verdade objetiva consumada concernente a Cristo mencionada no Novo Testamento. O nascimento, o sofrimento, a ressurreição c a ascensão de nosso Senhor são, juntas, as maiores de todas as verdades. Com relação ao assunto final da ascensão, empreguei muitas horas, assim que aceitei o Senhor, tentando imaginar como seria uma bênção se eu pudesse sentar nos lugares celestiais todos os dias e ter os pecados debaixo dos meus pés. No entanto, como voar em um avião, eu não poderia suportar muito tempo lá em cima. Logo, cairia. Orei e orei, esperando que, um dia, eu pudesse sentar, em segurança, nos lugares celestiais e quebrar meu velho recorde de ascensão. Certo dia, quando lia Efésios 2.6 (que diz: "E, juntamente com Ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus"), comecei a entender. No momento em que um cristão ressuscita com Cristo, ele também se assenta nos lugares celestiais com Cristo. Ele não se senta com Cristo em virtude de sua diligência ou por causa de sua oração, mas pelo fato de ter sido levado aos lugares celestiais no instante em que o próprio Cristo ascendeu aos céus. Cristo está nos lugares celestiais, e, por conseguinte, eu também estou nos lugares celestiais.
Todavia, preciso permitir que o valor de Sua ascensão seja manifesto por meu intermédio, pois, por outro lado, a Bíblia diz também: "Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as cousas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas cousas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo" (Cl 3.1-3). Este é o lado subjetivo da questão. "Sua vida está oculta com Cristo em Deus" — assim é a ascensão. Uma vez que você morreu, ressuscitou e ascendeu, deve buscar as coisas do alto e pensar nestas coisas todos os dias. Suponha que um pecador, por exemplo, escute dizer que Jesus Cristo morreu por seus pecados. Ele não deve pensar que pode continuar pecando já que Jesus morreu por seus pecados. Apesar de termos a posição de ascensão, não tiraremos proveito dela se colocarmos nossa mente em coisas menos importantes. Apenas no momento em que crermos que, quando Cristo ascendeu, ascendemos também e colocarmos a mente nas coisas do alto, estaremos verdadeiramente nos lugares celestiais tanto objetiva quanto subjetivamente.
Fonte: Livro A vida Cristã Equilibrada
Da vida dos apóstolos depois da ascensão de Cristo
O primeiro pois, que a sorte designou para o apostolado em substituição a Judas o traidor foi Matias, que também tinha sido um dos discípulos do Salvador, como já foi provado. Por outro lado os apóstolos, mediante a oração e imposição das mãos, instituem ainda com destino ao ministério e para o serviço comum, a alguns homens de boa reputação, em número de sete: Estevão e seus companheiros[1]. Também foi Estevão, depois do Senhor e quase no momento em que recebia a imposição de mãos, como se o tivessem promovido para isto mesmo, o primeiro a ser morto a pedradas pelos mesmos que mataram o Senhor[2], e desta maneira o primeiro também a levar a coroa, a que alude seu nome, dos vitoriosos mártires de Cristo.
Naquele tempo também Tiago, o chamado irmão do Senhor[3] – porque também ele era chamado filho de José; pois bem, o pai de Cristo era José, já que estava casado com a Virgem quando, antes que convivessem descobriu-se que havia concebido do Espírito Santo, como ensina a Sagrada Escritura dos evangelhos -; este mesmo Tiago pois, a quem os antigos puseram o sobrenome de Justo, pelo superior mérito de sua virtude, refere-se que foi o primeiro a quem se confiou o trono episcopal da Igreja de Jerusalém.
Clemente, no livro VI das Hypotyposeis, adiciona o seguinte: "Porque -dizem – depois da ascensão do Salvador, Pedro, Tiago e João, mesmo tendo sido os preferidos do Salvador, não tomaram para si esta honra, mas elegeram como bispo de Jerusalém Tiago o Justo."
E o mesmo autor, no livro VII da mesma obra, diz ainda sobre ele o que segue: "O Senhor, depois de sua ascensão, fez entrega do conhecimento a Tiago o Justo, a João e a Pedro, e estes o transmitiram aos demais apóstolos, e os apóstolos aos setenta, um dos quais era Barnabé.
Houve dois Tiagos: um, o Justo, que foi lançado do pináculo do templo e morto a golpes com um bastão; e o outro, o que foi decapitado." Também Paulo menciona Tiago o Justo quando escreve: Outro apóstolo não vi além de Tiago, o irmão do Senhor[4].
Por este tempo também se cumpriu o prometido por nosso Salvador ao rei de Osroene, pois Tomás, por impulso divino, enviou Tadeu a Edessa como arauto e evangelista da doutrina de Cristo, como acabamos de provar com documentos ali encontrados[5].
Tadeu, estando no lugar, cura a Abgaro pela palavra de Cristo e deixa pasmos com seus estranhos milagres a todos os presentes[6]. Quando já os tinha bastante predispostos com suas obras conduziu-os à adoração do poder de Cristo, e acabou fazendo-os discípulos da doutrina do Salvador. Desde então e até hoje toda a cidade de Edessa está consagrada ao nome de Cristo, dando assim prova nada comum dos benefícios que nosso Salvador lhes fez.
Baste o que foi dito, tomado de antigos relatos, e voltemos outra vez à Sagrada Escritura. Em seguida ao martírio de Estevão produziu-se a primeira e grande perseguição contra a Igreja de Jerusalém por parte dos mesmos judeus. Todos os discípulos, exceto os doze, dispersaram-se por toda a Judéia e Samaria. Alguns, segundo diz a Escritura divina, chegaram à Fenícia, Chipre e Antioquia. Não estavam ainda preparados para ousar compartilhar com os gentios a doutrina da fé, e assim anunciaram-na somente aos judeus.
Neste tempo também Paulo ainda assolava a Igreja: entrava nas casas dos fiéis, arrancava à força os homens e mulheres e os encarcerava[7].
Mas também Felipe, um dos que foram escolhidos para o serviço junto com Estevão e que se achava entre os dispersos, desceu a Samaria e cheio do poder divino, foi o primeiro a pregar a doutrina aos Samaritanos. Tão grande era a graça divina que operava nele, que atraiu com suas palavras o próprio Simão Mago e uma grande multidão[8].
Por aquele tempo Simão tinha conseguido tamanha fama com seu mágico poder sobre os iludidos que ele mesmo acreditava ser o grande poder de Deus. Foi então que, pasmo ante as incríveis maravilhas operadas por Felipe com o poder divino, infiltrou-se e levou o fingimento de sua fé em Cristo ao ponto de ser batizado[9].
O que também é de admirar é que até agora aconteça o mesmo com os que ainda hoje compartilham de sua terrível heresia, os quais, fiéis ao método de seu antepassado se infiltram na Igreja como sarna pestilenta, e causam o maior estrago àqueles em quem conseguem inocular o veneno incurável e terrível oculto neles. Mesmo assim, a maioria já foi expulsa à medida que foram surpreendidos nesta perversidade, como o mesmo Simão, quando Pedro o desmascarou e o fez pagar o merecido.
Mas, enquanto dia a dia a pregação salvadora ia progredindo, alguma disposição da providência trouxe para fora da Etiópia um nobre da rainha daquele país, que ainda hoje em dia, segundo costume ancestral, é regido por uma mulher[10]. Este nobre, primeiro dos gentios a conhecer os mistérios da doutrina divina, por ter encontrado Felipe[11], e primogênito dos crentes no mundo, segundo refere um documento, depois de regressar à terra pátria, foi o primeiro a anunciar a boa nova do conhecimento do Deus de todas as coisas e a função vivificadora de nosso Salvador entre os homens, devido a isto, graças a ele, realizou-se a profecia que diz: Etiópia corre a estender suas mãos a Deus[12].
Além dos citados, Paulo, o instrumento escolhido[13] não por parte dos homens nem por meio dos homens, mas por revelação do próprio Jesus Cristo e de Deus Pai, que o ressuscitou de entre os mortos, foi proclamado apóstolo: uma visão e uma voz do céu[14] no momento da revelação o consideraram digno da chamada.
[1] At 6:1-6. 2] At 7:58-59.[3] Gl 1:19.[4] Gl 1:19.[5] vide I:XIII:5.[6] vide I:XIII: 11-18.[7] At 8:3.[8] At 8:5-13.[9] At 8:13.[10] Não mais ao tempo de Eusébio, mas da fonte por ele consultada.[11] At 8:26-39.[12] Sl 67:32 (68:31).[13] At 9:15.[14] At 9:3-6; 22:6-9; 26:14-19.
Fonte: Livro História Eclesiástica














"















Leia comentários do blog